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E não é que dá certo! 

E não é que dá certo!

Mais uma vez, um fundo de pensão comprova que, no que diz respeito a investimentos, com disciplina, perseverança e paciência, a visão estratégica de longo prazo é fundamental.

Há uma frase que norteia nossa atuação: “quem planeja tem futuro, quem não planeja tem destino, e ele normalmente é ruim.

O Fundo de Previdência Mais Futuro, durante 16 anos, não se afastou um milímetro de sua política de Investimentos, por acreditar no planejamento e na visão estratégica.

Afinal, entre o momento em que começamos a contribuir para nossa aposentadoria, ela própria e nossa morte, passam décadas.

Logo, uma eventual crise, mesmo com a magnitude da atual, não pode nos assustar se nossos fundamentos estiverem corretos.

Da mesma forma, um ano excepcional não deve nos deslumbrar, pois sabemos que a economia é uma gangorra.

Pois bem, quando cada um de nossos segurados senta com um de nossos consultores para fazer seu projeto de vida, projetamos uma rentabilidade real, acima da inflação, para estimar o valor da aposentadoria.

Conservadoramente, sempre adotamos 4,5%.

Pois passadas a crise do sub-prime americano em 2008, a crise europeia em 2010, a crise da Dilma em 2014 e a atual do COVID, sabem quanto rendeu nosso fundo em 16 anos? Pois, exatamente 4,5% ao ano, significando que as aposentadorias projetadas serão entregues.

Agradecemos àqueles que acreditaram em nós e não se desesperaram, nem sacaram suas reservas nesses momentos adversos.

Mais uma vez está provado que previdência privada é para fundistas e não velocistas. E que requer competência na gestão.

A Tal da Caderneta de Poupança

Amigo ouvinte, desculpe a pergunta, mas se a faço é porque a maioria dos brasileiros sente no bolso, mas não sabe o que é: você entende a inflação?

Pois bem, se não, ela representa a perda do poder aquisitivo do dinheiro. O dinheiro vale menos quando a inflação aumenta.

Se a inflação anual for zero, daqui um ano R$ 100,00 vão comprar o equivalente a R$ 100,00 de comida, por exemplo.

Agora, se a inflação em 1 ano for 10%, daqui a 1 ano os mesmos R$ 100,00 vão comprar só R$ 90,00 de comida.

A inflação é o flagelo da economia.

Agora, quando sobra um dinheirinho da renda mensal e você quer guardar, economizar para o futuro, para uma emergência ou para comprar algo que deseja, você aplicaria em algo que lá na frente valesse menos do que o teu investimento inicial?

Pois é isso que acontece com quem aplica em caderneta de poupança.

É muito simples aplicar na poupança e seu funcionamento é de conhecimento público há décadas. Uma coisa praticada durante muito tempo incorpora-se à cultura e se sedimenta.

Ocorre que, há 50 anos, o mercado financeiro não era sofisticado, não havia tantas opções e as regras da poupança eram outras.

Vejam, o rendimento da caderneta é TR mais 6,17% ao ano. A TR, que foi um indicador importante da inflação no governo Collor, está próxima de zero há muitos anos. Ou seja, quem aplica na poupança ganha ao redor de 6,17% ao ano. Aplicar em Letras Financeiras do Tesouro, em SELIC, que representa a taxa de juros básicos da economia- e são títulos públicos- rendeu muito mais sempre.

Outra constatação: a inflação rotineiramente bate a Caderneta, ou seja, as pessoas aplicam para perder dinheiro, mesmo tendo a opção de aplicar nas Letras.

Mas a poupança piorou. Com a queda da SELIC, em 2.012, mudou-se a regra de rendimento: quando a SELIC estiver abaixo de 8,5%, o rendimento da poupança será de 70% da SELIC.

Pois bem, hoje a SELIC está em 2,25%. Setenta por cento de 2,25% dá 1,57%. E a inflação, ah, a inflação será de 1,8% este ano, logo, você que tem dinheiro na poupança vai continuar perdendo enquanto estiver lá.

Nosso problema é educação financeira; é não entender de juros.

Uma pergunta: se caderneta de poupança é bom, porque os bancos, que entendem de finanças, têm zero de aplicação nelas?

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